Os Humanos

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Os Humanos

Mensagem por Danto em Qui Mar 05, 2015 5:26 am

O Mundo Humano
Antes dos Reis haviam Impérios e antes dos Impérios haviam Tribos. Durante o primeiro período da humanidade, o tribal, não havia muita precoupação além da colheita e da procriação, viavamos permanetemente no mesmo local e sempre com os esinamentos que eram naturais de nós, cultivamos as plantas que lá nasciam e caçavamos com disciplina e controle. Esse período durou pouco, aproximadamente cinco gerações (contando que a última geração já pertence aos primeiros anos da Era Imperial) de nós e foi aqui que toda a história começou, cada tribo tinha seu líder e cada líder tinha sua conduta moral e ética. Nós todos eramos selvagens por não conhecermos conceitos filosóficos de civilização ou moral, não haviam razões para isso, mas algo estranho aconteceu em uma das tribos, uma ação covarde e violenta que manchou os jardins de vermelho... O primeiro asassinato ocorrereu diante nossos olhos e ouvidos, essa ação ecoou por todos os ventos e viajou até os mais desatentos dos humanos tribais daquela época, todos sentiram a mudança que acontecera e todos entenderam que havia sim uma maneira de prevalecer acima de todos, através da morte.
Assim começou a Era Impérial, quatro grandes tribos ergueram-se com a fúria em suas mãos e o desejo de conquista em seus corações. A primeira grande tribo veio do norte gélido da Europa Central, O Império Nórdico com seus meios de locomoção aquáticos feitos de madeira, eles navegaram até as tribos do lado de cá e conquistaram muitas tribos, a segunda grande tribo veio das terras secas do Egito, o Império do Sol marchou sobre a Europa Ocidental com muita força mas concentrou-se muito na penísula otomana e capadócia. O terceiro Império, conhecido como Império de Zeus  veio das livres planícies do sul e enfrentou com muita determinação o avanço do Império Nórdico. Por fim, o último Império veio a surgir em uma terra que então era disputada por todos os Impérios, surgindo como uma força de resistencia e só depois assumindo um carater dominante, assim nasceu o Império Latino, na penísula Ibérica.
Foi dentro dessa Era Imperial que os humanos evoluiram muito mais do que pretendiam, afinal, as antigas tribos agora batalhavam por terras e conquistas, batalhas que vezes se bastavam nos campos e espadas, mas vez ou outra se extendiam a longos debates filosóficos e teológicos. Cada Império então dedicou-se aos seus devidos avanços científicos e medicinais, assim como aprimoraram suas armas rústicas e proteções de couro para verdadeiras espadas e armaduras de guerra, criaram-se as ferramentas, os meios de transporte sofisticados como navios e carruagens de seis rodas, até as ferramentas de guerra como catapultas de cordas e roldanas. A disputa então continou existindo por precisamente três gerações completas, no final delas, finalmente as coisas começavam a mudar... Um ideal dos Filhos de Zeus começava a atrair a atenção de todos os outros filósofos humanos, algo que fora chamado de "Democracia".  As forças intelectuais que aconselhavam os Imperadores começaram a se aliar em segredo em torno dessa "Democracia" e em busca de uma nova forma de viver eles foram...
A quarta geração da Era Imperial é marcada por profundas mudanças, os líderes dos Impérios já não guiavam mais suas tropas em busca de terras ou batalhas de conquista, mas sim, moviam suas tropas na direção de bibliotecas adversárias ou pilhavam as artes de alguma região, a batalha alcançou então um patamar "ideológico" e não mais uma disputa por terras, dominação ou por força. Os Imperadores começaram a guerriar pela supremacia cultural. Mas um golpe estava a espera deles, um golpe que seria lançado pela União Racional, um grupo que se extendia por todos os Impérios e que acreditava em uma forma de poder descentralizada e igualitária, onde não haveriam Imperadores e sim Reis, onde a corte fosse submetida a eleições democráticas e as famílias nobres disputassem com chances claras ao trono. Aqueles com direito a cidadania seriam os responsáveis pelas escolhas das famílias que os governariam e não simplesmente o sangue seria o fator dominante entre os humanos, haveria uma estrutura, uma forma de política da razão e principalmente, democrática. Repentinamente todos os intelectuais humanos revoltaram-se e instauraram guerras civis em seus Impérios, destruindo-os internamente em uma velocidade surpreendente. No final da quarta geração, não haveria mais nenhum Império de pé no mundo, apenas fragmentos dos mesmos e vários, vários Reis.
Hoje vivemos sob a quarta geração dos Reis, ou seja, existiram até então quatro Reis em média pelo mundo conhecido e todos obedecendos aos mesmo requísitos de ascenção ao trono. Primeiramente, as famílias nobres passam pelo processo de canditarua ao trono, anunciando aquele que elas desejam ter como Rei. Em seguida, os cidadãos votam diretamente nos nobres que foram canditados, após a contagem dos votos, o Rei é escolhido e ele permanece no cargo até morrer. A família cujo Rei morre de causas naturais, começa a próxima eleição com uma vantagem de votos, mas caso o Rei seja morto ou asassinado, novas eleições são feitas sem vantagens a nenhum lado. Afinal, a violência é uma falha enorme diante os olhos daqueles que criaram as leis.
Por fim, são considerados cidadões aqueles que ocupam uma função digna dentro de suas sociedades. Ou seja, são cidadaões os homens que possuem terras, coméricios, fortunas, tropas, mercadorias, conhecimentos científicos e artistas. Claro que antes de tudo, o cidadão deve nascer de pai e mãe nativos e registrados, nenhum bastardo é cidadão em canto algum desse mundo, nenhum estrangeiro é cidadão fora de sua terra. Todos os outros que não possuam ou estejam dentro dessas exigências, são desconciderados durante o período de votos e decições politicas importantes para sua região.
Cada Rei após sua eleição tem o dever de dividir as terras de seu Reino entre as famílias, escolhendo seus Senhores. Cada Senhor tem o dever de cuidar da terra que lhe foi sedida pelo Rei, assim como tem o direito de ceder uma porção de sua terra para Suseranos cultivarem nela. A palavra final de uma terra real é dada pelo Senhor, nem mesmo um Rei pode desmandar uma ordem dada por um Senhor em sua terra, entretanto, em casos de desobediença as leis Reais um Senhor pode ter suas terras revogadas, mas o processo é demorado e tortuoso... Assim, o ditado é "O Rei sábio e querido é aquele que escolhe bem seus Senhores, afinal, são eles que mandam em nós". Os Senhores também tem várias obrigações para com suas terras e para com os "não cidadãos" que nelas habitam, afinal, eles tem que ceder suas terras para que os plebeus vivam e cultivem em paz e longe de ameaças de saqueadores ou ladrões. Assim como é uma obrigação dos Senhores e seus Suseranos de proprocionar oportunidade de comércio justo para seus plebeus.

Hoje as antigas barreiras Imperias não existem mais, qualquer Rei pode manter alianças comercias com qualquer outro Rei, assim como um Senhor pode comercializar com um Rei que não seja o seu próprio. Claro que existem algumas rivalidades eternas, como os herdeiros do sangue nórdico que detestam os herdeiros do sangue de zeus, ou o ódio que nunca termina entre os herdeiros do sangue do sol e os latinos. Em resumo, fica assim:
Os Latinos: Não gostam dos Herdeiros Do Sol, aliam-se aos Nórdicos com incerteza e gostam dos Herdeiros De Zeus.
Os Filhos De Zeus: Não gostam dos Nórdicos, mantem boas relações com Os Latinos e com Os Herdeiros Do Sol.
Os Nórdicos: Detestam Os Filhos De Zeus, detestam Os Herdeiros Do Sol e toleram Os Latinos.
Os Herdeiros Do Sol: Odeiam Os Latinos, odeiam Os Nórdicos e respeitam (mas não gostam) dos Filhos De Zeus.
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